Caroline Almeida, gerente de articulação social do Fundo Baobá, o aumento da demanda por modelos de apoio mais conectados aos territórios e às agendas dos movimentos sociais fortalece a capacidade de atuação do Fundo Baobá em dialogar com diferentes atores, construir alianças e contribuir para a consolidação de uma sociedade mais comprometida com a equidade racial.
“A transformação social não ocorre apenas por meio do apoio financeiro, mas também pela construção de relações estratégicas, fortalecimento de redes e incidência”, afirma Caroline. Para ela, trata-se de tornar mais intencional e sistematizada uma prática que sempre esteve presente na atuação do Fundo Baobá.
